Neste tópico discutiremos as propriedades da lâmpada LED. Uma lâmpada LED possui um chip de material semicondutor encapsulado por uma resina epóxi, que é um plástico que não apresenta mudança na rigidez quando exposto ao calor, de acordo com Ming (2001) os LEDs são colocados em uma placa circular onde ficam organizados em arranjos seriais com cinco diodos em media, essa organização permite que o LED continue funcionando mesmo após a falha de alguns circuitos.
As cores dos LEDs vêm de diversas formas de dopagem do cristal semicondutor e segundo Cervi (2005), essa dopagem altera o comprimento das ondas gerando um feixe de luz monocromático, uma das tecnologias utilizadas nessa dopagem é a combinação de Índio Gálio e Nitrogênio(InGaN)
Comparação elétrica com outros tipos de lâmpadas
Abib et al. (2010) registra que a lâmpada LED apresenta, em média, um fator de potência de 76,9%, considerado maior que a média de uma lâmpada fluorescente de, aproximadamente, 45%. As lâmpadas incandescentes possuem o maior fator de potência, mas seu elevado consumo elétrico não permite que isso se reflita em vantagens. A lâmpada incandescente apresenta um consumo de 3W em média, enquanto uma lâmpada fluorescente apresenta um consumo elétrico de 15W e uma lâmpada incandescente apresenta um consumo de 60W.
A lâmpada LED apresenta um ângulo de espalhamento de luz menor que das outras lâmpadas limitando o modo como ela pode ser instalada (é recomendado instalá-la na posição vertical) e também são necessárias mais lâmpadas para iluminar um ambiente.
Tabela comparativa entre lâmpadas LED, Fluorescentes, Mistas e Vapor Metálico
Referências bibliográficas:
- CARVALHO,D.; DE CARVALHO, P. M.; ANTOGNOLI, T. F. Substituição de lâmpadas comuns de iluminação pública por um sistema de LEDs no Campus Unicamp. Revista Ciências do Ambiente, Campinas, v.5, n. 2, p. 1-3, dez. 2009.
- MING, S. H. Semáforos a LED. Revista Oficial do Instituto de Engenharia, São Paulo, ed. 544, 2001.
- VALENTIM, A. A.; FERREIRA, H. S.; COLETTO, M. A. Lâmpadas de LED: Impacto no consumo e fator de potência. Revista Ciências do Ambiente, Campinas, v. 6, n. 1, p. 29-33, jun. 2010.
Nenhum comentário:
Postar um comentário